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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Classificação de espécies como aves marinhas






Não existe uma única definição sobre que grupos, famílias e espécie são aves marinhas, e a maioria das definições são de certa forma arbotrárias. Nas palavras de duas cientistas que estudam estas aves, "A característica comum a todas as aves marinhas é a de que se alimentam em água salgada; mas, como acontece ser verdade com qualquer afirmação em Biologia, algumas não o fazem."[2] No entanto, por convenção, todos os pinguins e Procellariiformes, todos os Pelecaniformes excepto os membros da família Anhingidae, e alguns dos Charadriiformes (as skuas, gaivotas, andorinhas-do-mar, tordas e bicos-de-tesouras) são classificados com aves marinhas. O falaropo também é normalmente incluido.

As mobelhas e os mergulhões, que normalmente nidificam em lagos mas invernam no mar, são normalmente categorizadas como aves aquáticas e não aves marinhas. Apesar de ocorrerem um número de patos-marinhos na família Anatidae, que são verdadeiramente marinhos durante o Inverno, por convenção são excluidos do grupo das aves marinhas. Muitas aves costerias e também alguns ardeídeos são também altamente marinhos, vivendo junto à costa, mas não são tratados como aves marinhas.

Fonte do texto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aves_marinhas

Ave oceânica







As
aves oceânicas ou aves marinhas são aves adaptadas ao meio ambiente marinho, como os albatrozes, não se devendo confundir com as aves costeiras já que, ao contrário destas, apenas vêm a terra com a intenção de nidificar.[1] Apesar da variedade de estilos de vida, comportamento e fisiologia, as aves marinhas exibem muitas vezes uma marcada convergência evolutiva, já que os mesmos problemas de adaptação ao seu ambiente e os mesmos nichos ecológicos alimentares resultaram em adaptações semelhantes. As primeiras aves marinhas evoluiram no Cretácico e as modernas famílias de aves marinhas emergiram no Paleogénico.

De maneira geral, as aves marinhas vivem mais tempo, reproduzem-se mais tarde e têm menos crias do que outras aves, mas investem grande quantidade de tempo nas crias. A maioria das espécie nidifica em colónias, que podem ser constituidas desde algumas dúzias de indivíduos até alguns milhões. Muitas espécies são conhecidas por efectuarem grandes migrações anuais, atravessando o equador ou dando a volta à Terra em alguns casos. Alimentam-se na superfície marinha e também abaixo dela. As aves marinhas podem ser marcadamente pelágicas, costeiras ou em alguns casos passar uma parte do ano sem ser no mar.

As aves marinhas e o ser humano possuem uma longa história comum: as aves providenciam comida aos caçadores, guiam os pescadores até ao stocks de pesca e encaminham os velejadores até terra. Muitas espécies estão actualmente ameaçadas devido a actividades humanas, senso que estão a ser efectuados esforços de conservação para melhorar a situação.

Fonte do texto

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aves_marinhas

Tesourão-Grande







O tesourão-grande (Fregata minor) é uma grande ave oceânica dispersiva na família Fregatidae. Grandes populações são encontradas no Oceano Pacífico (incluindo Ilhas Galápagos) e Oceano Índico, assim como uma população no Atlântico Sul.
É uma ave oceânica grande com corpo leve ed até 105 cm de comprimento com plumagem negra predominante. A espécie exibe dimorfismo sexual; a fêmea é maior que o macho adulto e possui garganta e peito brancos, e as penas scapular do macho possuem purple-green sheen. Na estação de reprodução, o macho é capaz de distender um saco gular vermelho. A espécie se alimenta de peixes capturados em vôo da superfície do oceano

http://conhecendoanimais.blogspot.com/2011/03/aves-2.html

domingo, 26 de junho de 2011

Pássaros que cantam...







Pássaros das cidades cantam mais para compensar o ruído

Os pássaros urbanos cantam mais tempo para assim conseguirem compensar os efeitos negativos do ruído das cidades, principalmente do trânsito, concluiu um estudo espanhol publicado na revista “Behavioral Ecology”.

Os investigadores estudaram os comportamentos das milheirinhas (Serinus serinus), uma das espécies de aves mais abundantes em Portugal, na região de Toledo.

“Estas aves podem gastar até mais 60 por cento do seu tempo a cantar a níveis de 70 decibéis. Mas, a partir desse nível, começam a cantar menos, provavelmente porque dedicar mais tempo ao canto pode interferir em coisas tão importantes como estar atento aos predadores”, explica o investigador Mario Díaz, do CSIC (Conselho Superior de Investigações Científicas), em comunicado.

Segundo o estudo, os pássaros mudam os comportamentos rapidamente em função dos diferentes níveis de ruído. “Se é fim-de-semana, as aves cantam menos porque, geralmente, se registam menores níveis de ruído”, explicou Diáz ao jornal “El Mundo”. Além disso, o seu canto é mais agudo nas cidades do que em zonas menos urbanas. E quanto maior o nível de ruído, mais as aves cantam de noite.

“Quase todas as previsões [sobre como as espécies respondem às alterações do ambiente] são bastante catastrofistas porque, no geral, não contemplam a flexibilidade dos organismos às mudanças no seu ambiente. O nosso trabalho mostra que as espécies podem compensar estas variações através de comportamentos flexíveis. Mas só até certo ponto”, explica Diáz no comunicado publicado no site do CSIC.

O canto das milheirinhas, espécie de origem mediterrânica, serve para sinalizar território e dissuadir possíveis adversários e para atrair fêmeas.

Helena Geraldes


http://aves.team-forum.net/t4333-passaros-das-cidades-cantam-mais-para-compensar-o-ruido

Bico-de-lacre


Bico-de-lacre







Por Marcelo Oliveira


Introduzido no Brasil por marinheiros de navios mercantes, o bico-de-lacre proliferou abundantemente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Ave de pequeno porte, cerca de 13 cm de comprimento por 14cm de envergadura, possui uma cor acastanhada no dorso e acinzentado no peito, com um bico vermelho e uma risca vermelha ao redor dos olhos e outra no peito. Muito semelhantes às fêmeas, os machos possuem um tom mais avermelhado no peito e a base infeiror da cauda preta.


Bico-de-lacre


Classificação científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Estrildidae
Gênero: Estrilda
Espécie: Estrilda astrild

Os pássaros desta espécie gostam de viver em comunidade, não se importando com a presença de outras espécies, desde que sejam do mesmo porte. Calmos e coloniais, se adaptam facilmente ao convívio humano, sendo facilmente criados em cativeiro.

Granívoro, o bico-de-lacre ocasionalmente se alimenta de insetos, mesmo não sendo apreciadores desta iguaria, principalmente durante a reprodução, momento em que precisam de mais proteína. Não mostram sinais de competição pela comida com outras espécies, porém oferece um grande risco à plantações de arroz.

A postura dos ovos, normalmente entre 3 e 5 durante o ano,é feito em ninhos ovais ou esféricos, feitos de corda, penas e algodão. O casal incuba os ovos durante 13 dias até o nascimento dos filhotes, que ficarão no ninho por cerca de 21 dias. Esses filhotes possuem a plumagem incompleta e o bico vermelho, e só se alimentam sozinhos três semanas após saírem de seus ovos.

Algumas vezes o bico-de-lacre faz outros ninhos menores e, sobre o ninho de cria, um outro bastante visível, com a base apoiada sobre o mesmo. Acredita-se que a função deste último ninho seja a de despistar os predadores, desviando a atenção do ninho verdadeiro com os ovos.

Originário da África Meridional, o bico-de-lacre se adaptou facilmente ao cativeiro sendo que depois das primeiras posturas bem sucedidas, o casal terá outras bastante sucessivas. Os animais nascidos em cativeiro nidificam com mais facilidade, ao contrário de outras espécies.

Apesar do painço ser a base de sua alimentação, rações prontas com outras misturas podem ser encontradas em casas especializadas de animais.

Passeiformes, o bico-de-lacre pertence à família dos estrildidae, e passou a povoar também a Europa, além do Brasil, uma expansão provocada pelo homem provavelmente. Talvez por isso não seja uma espécie em risco de extinção.

Fontes:
http://www.bichosbrasil.com.br/bico-de-lacre/
http://avilandia.planetaclix.pt/Portugues/Especies/BicodeLacre.htm
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/fauna/aves/bico-de-lacre_(estrilda_astrild).html
http://bicharada.net/animais/animais.php?aid=58
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bico-de-lacre-comum
Fotografia: Scott Streit ( http://www.bird-friends.com/BirdPage.php?name=Common%20Waxbill )



http://www.infoescola.com/aves/bico-de-lacre/

Araras Azuis

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