O tempo Vida !

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Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog

sábado, 13 de novembro de 2010

Falcao de Ridgway


O Falcão de Ridgway
Reduzido a pouco mais de de uma centena de casais, o Falcão de Ridgway, endémico da ilha Hispaniola, na Republica Dominicana, está agora a ser alvo de um estudo e monitorização de ninhos a fim de conservar esta espécie considerada em perigo crítico.
Esta ave está confinada a 208Km2 de floresta tropical nativa.


http://bichosdomato.blogspot.com/2006_01_01_archive.html

A arte da Caça

Arte da Caça de Altanaria (1) - (Por Diogo Fernandes Ferreira - Séc. XVII)

(Clicar nas figuras para ampliar)
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Das aves de rapina em geral
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"(...) Aves de rapina são aquelas que se mantêm de aves vivas que elas voando caçam para sua comida.
Destas há vários géneros e diferentes sortes de plumagens.
As estimadas dos grandes senhores são Falcões e Açores, Gaviões e Esmerilhões e Ogeas.
Estas são as mais limpas e nobres, e delas usam os príncipes em sua caça, as quais se avantajam a todas as aves do céu na ligeireza do voar, no atrevimento do ânimo e na força que têm na presa das mãos, nas quais têm tanta que apertando muitas vezes o Açor com suas mãos a do caçador por cima da luva, o constrange a lhe doer o braço sem poder menear os dedos.
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A Natureza, que nada fez sem causa, criou estas para passatempo dos príncipes, pelo que as dotou e fez diferentes de todas as mais aves; com os dedos das mãos da banda de baixo lhes criou uns nós nervosos como verrugas, da cor dos mesmos dedos, e a cada um deles os deu conforme o seu tamanho, o que fez para que assim tivessem força para sustentarem aquelas prisões de que aí ferrassem e se lhe não fossem. Estas de tal maneira têm aferradas as ralés que tomam, que é necessário engenho e muita força para lhes tirar a presa.
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Estes nós que digo só os têm os Falcões, Açores e Esmerilhões, Ogeas e as Águias - as quais se mantêm de aves que elas por sua ponta da asa voando no ar alcançam e prendem, e todas as mais aves carecem deles.
Pelo que advirto ao caçador que for buscar Açores a terras estranhas se lembre do que a Natureza se não esqueceu, porque já aconteceu algumas vezes trazerem a vender, em lugar de Açores, tartaranhas e bilhafres, que em pequenos são bem semelhantes no rosto e plumagem e mais feições aos Açores, e só nas mãos diferem, (pois) que carecem dos nós que digo, e aconteceu haver engano.
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As aves que acima digo nobres se cevam (alimentam) duas vezes ao dia, e sempre buscam aves de novo de que comam, e se alguma coisa lhes sobeja pela manhã, não curam de tornar a ela à tarde; só os Gaviões algumas vezes o fazem, que como são aves pequenas e lhes acontece caçarem perdizes e pombas, e lhes sobeja muita comida, por não tornarem a trabalhar de novo, buscando aves de que se cevem (alimentem), tornam a comer o sobejo.
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As Águias, a quem todas as aves temem, também caçam aves vivas, e como são aves grandes e pesadas o seu modo de caçar é diferente, porque estas voando à tira não poderão alcançar ave alguma, e para o poderem fazer se levantam às voltas, pondo-se nas nuvens; de lá descem às aves que por baixo passam com as asas fechadas, rompendo com o peso da sua grandeza a densidade do ar mais depressa que todas as aves, e assim fazem sua presa no que hão-de comer.
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Muitas vezes erram o lanço, e assim frustradas, constrangidas da fome, descem a tomar a lebre e o coelho, e ás vezes o cordeiro novo; muitas vezes a acharão comendo em cão morto.
Outras aves há de rapina, como bilhafres, altaformas, cabisalvas e assorenhas, as quais tomam algumas vezes aves vivas que comem, mas ordinariamente se mantêm de bichos da terra.
Os corvos e milhanos e brita-ossos e abutres também comem aves e são contadas com as de rapina, mas seu próprio mantimento são carniças. (…)" (*)
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(*) Arte da Caça de Altanaria (por Diogo Fernandes Ferreira).
A obra foi publicada no ano de 1616, ao tempo do domínio espanhol de Portugal (1580-1640).
Teve reedição em 1899, na Biblioteca de Clássicos Portugueses, cujo Director Literário foi Luciano Cordeiro.
Esta derradeira edição ficou a dever-se a: Escriptorio - Rua dos Retrozeiros, 147, Lisboa, Portugal.

Fonte de Pesquisa
http://torredahistoriaiberica.blogspot.com/2009_05_01_archive.html

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Pássaro alfaiate-de-cauda-comprida,

Pássaro alfaiate-de-cauda-comprida, costureiro da natureza.

Com sua espantosa capacidade de costurar, é fácil ver como o alfaiate obteve esse nome. Essa ave cantora asiática constrói o ninho em espaços seguros. A fêmea une as folhas de plantas vivas umas nas outras para fazer um abrigo à prova d'água suficientemente forte para segurar o ninho e dar alguma proteção para as crias recem-chocadas.
O alfaiate-de-cauda-comprida passa despercebido quando voa. Ativa e agitada, essa ave cantora é mais ouvida do que vista, pois raramente voa mais que um metro de uma área de cobertura densa para outra. Quando voa, ele ergue tanto a sua longa cauda, que parece desajeitado. O macho possui um canto forte, que usa para impressionar a parceira e defender o território. Canta em vários tons, as vezes chega à sete minutos, e, enquanto canta, pode vibrar todo o seu corpo. Quando procuram alimentos, os casais se comunicam com uma séris de trinados e chilreios altos.O alfaiate alimenta-se de insetos, incluindo escaravelhos, formigas e moscas, bem como borboletas e traças e os seus ovos e larvas. Também come aranhas e outros invertebrados, pequenas frutas e sementes. Com seu bico longo e pontiagudo, é fácil para o alfaiate capturar suas presas das folhas e flores. Em raras ocasiões, salta para o solo para pegar alguma que tente fugir, mas volta rapidamente para a segurança da vegetação densa. Em sua busca por insetos, ele procura dentro de uma inflorescência com o bico e, enquanto está ali, aproveita para beber néctar, rico em energia.O hábitat do alfaiate é o bosque aberto, vegetação rasteira, pântano e mangues. Também se adaptou bem à vista dos humanos. A espécies está espalhada por aldeias, vilas e até cidades, bem como plantações e terra cultivada. O alfaiate procura alimentos nos parques e jardins das cidades apanhando insetos de plantas em vasos e canteiros de flores enquanto as pessoas passam. Gosta de procurar alimentos nas estantes e se empoleira em varandas altas. Quando constrói o ninho, esta ave entra muitas vezes nas casas para roubar fibras de coco dos tapetes.A única desventagem das aventuras urbanas do alfaiate é se tornar presa de ratos, cobras e gatos, ou às vezes, ser morto por veículos motorizados.
Depois de um casal de alfaiates ter acasalado, a fêmea constrói o ninho. Faz uma bolsa puxando as bordas de uma folha grande ou algumas menores. Recolhe fibras de plantas, sementes e casca de árvores e seda de teias de aranha. Passa estas fibras através de buracos que faz na bolsa de folhas e faz nós para formar um ninho com materias leves. Depois dos ovos terem chocado, ambos os pais alimentam as crias até estarem prontas para voar, com 12 ou 3 dias de idade.
O alfaiate-de-cauda-comprida está distruibuídos pelo sul da Ásia, da Índia ao sul da China e sudeste da Ásia. Essa ave é adaptável e se sente igualmente em casa em áreas rurais e urbanas.Na Índia e Sri Lanka o ninho do alfaiate-de-cauda-comprida é um alvo popular para os cucos locais. Essas aves parasitas colocam muitas vezes um ovo no ninho de uma ave muito menor. Geralmente o ovo de cuco passa despercebidos aos alfaiates, Uma vez que é semelhante aos seus próprios ovos. Os indivíduo pais adotivos incubam todos os ovos e, quando a cria de cuco choca, a alimenta até ela estar pronta para voar do ninho.
O alfaiate-de-cauda-comprida é um membro da família Silviidae ou família das aves que cantam do velho mundo. Os alfaiates desenvolveram a capacidade de juntar folhas umas às outras. Os parentes próximos do alfaiate-de-cauda-comprida são 14 outras espécies de alfaiates no gênero Orthumus, todos encontrados na Ásia. Outras aves cantoras como alfaiate africano (Artisornis metopias) e a boita-cabeça-dourada(Cisticola exilis) da Austrália também unem as folhas quando constroem os ninhos.


Fonte do texto de pesquisa
http://deoolhonanet.blogspot.com/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O Arlequim Poupa Campeão.



Campeão ;PARABÉNS

O CANÁRIO ARLEQUIM NO INTERNACIONAL DO ATLÂNTICO 2010

Começo esta pequena mostra fotográfica por em primeiro lugar endereçar aos Organizadores deste Internacional do Atlântico os meus parabéns por terem levado a cabo mais um evento ornitológico. Tendo com referência o realizado no ano transacto pareceu-me que este foi um pouco mais fraquinho mas nem por isso deixa de ser louvável o trabalho realizado.

Em segundo lugar apresentar a todos os que conseguiram classificar as suas aves com um lugar no pódio as minhas felicitações e desejo de que o êxito continue não só nas próximas exposições em que tencionem participar como também no próximo ano.









O Arlequim Poupa Campeão.

Amado por uns, odiado por muitos, criando paixões ou gerando controvérsias, o Canário Arlequim Português é, sem dúvida alguma o Rei das exposições que se vão realizando não só em Portugal como pelo resto do Mundo.
Bem ou mal, é discutido; bem ou mal, é apreciado; bem ou mal, é odiado; bem ou mal, é criado; bem ou mal é classificado, mas é sem dúvida um Canário com Carisma porque todos, sem excepção, que bem ou mal o vão criando são uns acérrimos defensores do mesmo ou não se chamasse Canário Arlequim Português, uma raça que tal como o nobre Povo que representa está à conquista do Mundo.



Fonte do texto Parcial do blog

http://canariosarlequimportugues.blogspot.com/

Mandarim


Imagem do blog:http://avesdoartur.blogspot.com/

DISTRIBUIÇÃO
A forma original do mandarim é oriunda da Austrália

DIMENSÕES
Aproximadamente 11 a 12 centímetros.

DISTINÇÃO ENTRE OS SEXOS
Na sua forma selvagem, os machos podem ser reconhecidas pelas manchas cor de laranja/castanhas que apresentam nas partes laterais da face. As fêmeas não as têm. No caso do mandarim branco, a diferença pode ser detectada no bico. O bico da fêmea tem uma cor mais clara.

CARACTERÍSTICAS SOCIAIS
Os mandarim são aves muito sociáveis e pacíficas e tem um bom relacionamento quer entre si que com outras aves. Preferencialmente, estas aves devem se mantidas em grupo, em vez de em casal ou isoladamente.

ALOJAMENTO ADEQUADO
Os mandarim podem ser criadas num viveiro em recinto fechado, num viveiro ao ar livre ou numa gaiola de criação. Apreciam muito os espaços verdes, mas estes não são obrigatórios.

TEMPERATURA AMBIENTE
Estas aves australianas incrivelmente populares são muito resistentes e podem passar o inverno num viveiro ao ar livre sem problemas, desde que disponham de um ninho de pernoita num abrigo noturno, que proteja de geada e dotado de um bom isolamento.

ALIMENTAÇÃO
Estas aves devem ter uma alimentação base de uma mistura de sementes para aves tropicais, com um suplemento de milho painço italiano e semente de ervas. De vez em quando, também apreciam outros alimentos verdes, bem como alimento à base de ovos e pequenos insetos, durante a época de gestação. Deve sempre haver areia em que quantidades suficientes, para que possam satisfazer as suas necessidades digestivas.

ATIVIDADES
Os mandarim são aves muito ativas e não são tímidas. Movimentam-se por todos os espaços do viveiro, incluindo o chão do mesmo, que vasculham, debicando em busca de alimentos. Gostam de tomar bons banhos numa plataforma colocada no viveiro ou no chão do mesmo. Dormem no ninho, o que significa que não passam a noite num poleiro ou num ramo. Se pendurar várias caixas de ninhos em diversos pontos do viveiro, as aves podem escolher o seu próprio pouso.

CRIAÇÃO
Os mandarim são famosos pela sua produtividade. Tanto se reproduzem numa gaiola de criação como num viveiro em recinto fechado. Se possuir diversos casais – o que se recomenda – certifique-se de que dispõe de caixas de ninhos em quantidades mais que suficiente.

Pode acontecer que as aves se envolvam em brigas pela disputa da mesma caixa de ninho. As dimensões apropriadas das caixas de ninho devem ser pelo menos 10x10x10 centímetros e podem ser fechadas ou semi-aberta e, geralmente, também utilizam gaiolas.

O ninho é construído a partir de materiais como corda de sisal e fibra de coco. Em média, põem quatro a seis ovos, e as crias nascem após um período de doze ou treze dias. Estas são alimentadas como todo o tipo de sementes e alimento à base de ovos. Pequenos animais vivos também são muito apreciados. A plumagem surge após um período aproximado de três semanas mas, as aves continuam a ser alimentados por mais uma ou duas semanas.

Ao fim de dois ou três meses, as crias adquirirem a coloração definitiva. Rapidamente atingem a maturidade, mas é aconselhável separar os sexos até terem, pelo menos, nove meses de idade. Podem surgir problemas, caso as aves tenham uma procriação demasiado prematura.

Os mandarim podem ter com facilidade três a quatro gestações por época, porém , como tal fato exige demasiado dos pais é recomendável retirar todas as caixas de ninhos após a terceira gestação.

MUTAÇÕES
Existem inúmeras variações cromáticas desta espécie. O mandarim original apresenta a cor cinzenta corrente. Esta deu origem à versão castanha normal, entre outras.

A partir daí, tem ocorrido muitas mutações, tais como a variedade de dorso cinzento, preta ou castanha, a de máscara preta ou castanha, a de peito cinzento ou castanho pastel, branco, preto ou cor de laranja, bem como combinações das anteriores (castanho pastel de peito preto, peito cor de laranja e dorso pálido, tom pastel de dorso cinzento pálido, etc.).

Além disso, as cores âmbar, branco, amarelo-claro, malhadas e com marcas podem ser vistas regularmente em exposições de aves. Também existe mandarim encristado. Não é recomendável que sejam criados uns com os outros, uma vez que o gene que cria a crista é letal na forma homozigótica, o que significa que algumas das crias resultantes de uma tal combinação morrem no ovo.

No entanto, o fator crista predomina sobre as pernas da cabeça normais. A combinação de um mandarim encristado com um mandarim não encristado produz, aproximadamente, 50% de crias encristadas.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
Os mandarim adaptam-se na perfeição a aficionados de aves principiantes, uma vez que não impõem grandes condições. Além disso, existem tantos padrões de cores e de marcas que sempre se encontra alguma que agrade.

Se tem interesse por uma das cores especiais, é conveniente de aves. Aves próprias para exibir em exposições raramente se encontram em lojas de animais de estimação.


http://www.fazendavisconde.com.br

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Porque algumas aves falam?





Algumas aves são como pessoas tendem a usar um palavreado repetitivo.
Não criam copiam.


Imagem do google

Cuidados unhas das Aves


É chegada a hora da reprodução dos canários e se faz necessário que alguns procedimentos sejam adotados pelos criadores para um bom desempenho do plantel, entre eles cortar as unhas das aves antes do acasalamento. Essa medida deve ser adotada para evitar a perda de filhotes, pois muitas vezes a fêmea tira uma ninhada boa de quatro a cinco filhotes, e acaba matando alguns deles ao deitar ou sair do ninho.

Outro problema é que a canária com a unha grande pode se enroscar no material dado a ela para a confecção do ninho e ao sair do mesmo, durante o choco, pode acabar puxando os fios e derrubando os ovos no fundo da gaiola. Confesso que isso já aconteceu comigo. Além disso, os fios usados para a confecção do ninho podem ficar presos nos pés da canária e acabar se prendendo de alguma maneira no poleiro e, desta forma, impedindo que a canária consiga se soltar. O interessante é sempre cortar as unhas, anualmente, antes de formar os casais.


Fonte do texto e Imagem
http://avesenoticias.spaces.live.com/

domingo, 7 de novembro de 2010

Sanhaço papa laranja


Nome Científico: Thraupis bonariensis
Sanhaço papa laranja


Família: Thraupidae

Ordem: Passeriformes

Distribuição: No Brasil, do Paraná até o Rio Grande do Sul. Ocorre também na Argentina, Paraguai, Chile e Equador.

Habitat: Matas de galeria e capões.

Alimentação: Essencialmente frugívoro. Mas também consome verduras e legumes. Já foi avistado alimentando-se de inflorescências de eucalipto, além de folhas de mamão e chuchu.

Reprodução: O ninho é construído em forma de taça, feito à base de sisal, fibra de coco e raiz de capim. A cada reprodução a fêmea põe, em média, de 2 a 4 ovos. Após 13 dias, os filhotes nascem. Eles vão atingir a maturidade sexual aos 12 meses. Depois serão, em média, de duas a três ninhadas por temporada (normalmente entre a Primavera e o Verão).

O sanhaço-papa-laranja também conhecido como sanhaço-amarelo e papa-ameixa, é de um colorido que não passa despercebido. E a razão é simples: a cabeça e as asas são azuis, o dorso é negro, o peito laranja e o abdômen amarelo-claro. Em resumo, é quase um arco-íris de asas.

De quebra ainda tem uma máscara-negra no entorno dos olhos. A fêmea do sanhaço-papa-laranja, por sua vez, é verde-pardacenta, com o lado inferior mais claro. Não estivesse ao lado de macho, que a distingue, seria até difícil de identificá-la, de tão comum que é sua plumagem.

O canto do sanhaço-papa-laranja tem uma sequência simples e não acelerada. Quando cai a madrugada, costuma ter uma vocalização um pouco mais complexa.

Fonte do texto e Imagem
http://passarinheiros.blogspot.com/

Trinca ferro cinza - Saltator coerulescens


Trinca ferro cinza - Saltator coerulescens


Nome Científico
Saltator coerulescens
Vieillot, 1817
Nome em Inglês
Grayish Saltator

O trinca cinza é um Passeriforme da família Thraupidae. Também conhecido como Trinca-ferro-cinza, Trinca-ferro-da-amazônia e Sabiá Gongá.

Mede cerca de 20 cm de comprimento. Não há dimorfismo sexual. Juvenil de costas e peito esverdeados e bico com manchas cinzentas. O casal pode cantar sincronizadamente.

Alimentação

Onívoro. Alimenta-se principalmente de frutos.


Reprodução

Atinge a maturidade sexual aos 12 meses. Faz ninho tipo taça, de gravetos e gramíneas. Põe de 2 a 3 ovos azul-claros com finas estrias pretas, tendo de 2 a 3 ninhadas por estação. Os filhotes nascem após 13 dias.



Hábitos

É comum em áreas arbustivas e florestas secas, pastagens abandonadas, campos com arbustos e árvores isoladas, jardins em cidades, clareiras, margens de rios e pântanos em áreas mais úmidas. Vive aos pares ou em pequenos grupos baru-lhentos e fáceis de observar.




Distribuição Geográfica

Presente em grande parte do Brasil, incluindo toda a Amazônia, estendendo-se para leste até a Bahia e em direção sul até Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Encontrado também do México à Costa Rica e em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile.

Fonte: http://webserver.eln.gov.br/Pass500/BIRDS/1birds/p486.htm

Fonte do texto e Imagem
http://passarinheiros.blogspot.com/

Araras Azuis

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