O tempo Vida !

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Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog

sábado, 3 de julho de 2010

Reprodução Canários belgas


Após a postura do último ovo, deve-se contar 13 dias para saber o exato momento em que os filhotes começarão a nascer. Alguns criadores costumam substituir os ovos originais por ovos indez (ovos de plástico adquiridos em pet-shop e casas de criação), com o objetivo de fazer os filhotes nascerem ao mesmo tempo para que não haja nenhum problema em relação ao filhote mais novo. Esses ovos originais, devem ser retirados no mesmo dia em que a fêmea botar e colocados em um recipiente contendo sementes para que o ovos fiquem como se estivessem no ninho da fêmea. Estes devem ser virados diariamente para não ocorrer má formação dos filhotes. Assim que a fêmea botar o último ovo, esses ovos originais devem ser recolocados no ninho e a partir daí começa a contagem de 13 dias para podermos ver os primeiros exemplares que nascerão.

É muito importante observar se os pais estão tratando dos filhotes de maneira adequada, para que não haja a morte dos mesmos. Caso perceba que os filhotes não estão sendo alimentados, quem fará o papel de pai será você (Criador) que terá de dar a papinha no bico de cada um, até que estes estejam comendo sozinho. Não é uma tarefa fácil! Mas é muito gratificante saber que os filhotes foram criados por você. Esta papinha pode ser adquirida nos pet-shops. Existem várias papinhas para filhotes.




Texto da Pesquisa
http://canarilalves.blogspot.com/
Imagens do google

Acasalamento Belgas


Os canários belgas são originários das Ilhas Canárias, situada ao Noroeste da África, depois de sofrerem várias modificações e transformações, tanto no porte quanto na cor, se tornaram uma ave doméstica, existindo cerca de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. São conhecidos dentre outros nomes por canário belga, pois uma linhagem veio da Bélgica, e por canário do reino, pois eles costumavam chegar ao Brasil por meio de navios que vinham do “reino” de Portugal.
O canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio e tem uma plumagem compacta e lisa.


Para iniciar uma criação comercial ou para termos alguns exemplares em casa devemos optar por comprar sempre pássaros jovens, com a plumagem brilhante e toda compacta, aparentando estar saudável (Ele fica pulando de um poleiro para o outro), e com os pés lisos, canários que ficam quietos em um canto da gaiola ou com a cabeça debaixo da asa durante o dia podem estar com alguma doença.


ALIMENTAÇÃO:


A base é o alpiste, devendo também ser fornecido painço, colza, niger, linhaça, cânhamo, verduras e legumes como couve, almeirão, mostarda, chicória e jiló. Uma vez por semana pode-se dar ovo cozido. A água do bebedouro deve ser trocada todos os dias e devemos colocar uma vasilha com areia na gaiola.


ACASALAMENTO:


Reproduzem o ano inteiro, mas o aconselhável e que o acasalamento ocorra entre o final de julho até dezembro. A gaiola para o casal deve medir no minimo 60X40X30 Cm e o ninho apropriado é o em formato de taça com forro, deve-se deixar fios de estopa ou mato fino e seco para que o casal possa fazer o ninho, nunca use fios cortantes ou algodão, eles podem cortar o pé dos canários ou grudar nas unhas e quando eles saírem do ninho vão acabar derrubando os ovos. As fêmeas botam geralmente de 4 a 5 ovos em dias seguidos e a incubação leva em torno de 13 dias e os filhotes podem nascer todos no mesmo dia, caso os ovos tenham sido tirados da fêmea e colocados todos no mesmo dia quando ela começou a chocar. Com 15 a 20 dias os filhotes começam a deixar o ninho, mas devemos mante-los com os pais por pelo menos uns 30 dias.



MANUTENÇÃO:


As gaiolas devem ser limpas diariamente e o forro trocado, bem como as sementes devem ser sopradas e/ou trocadas para retirar o pó que acumula já os bebedouros tem que ser limpos com buchas para retirar qualquer sinal de sujeira.


fonte de1/2 pesquisa
http://enigmadown.wordpress.com/

Ecossistema e suas Ameaças!


Quanto a fauna da Floresta Ombrófila Mista, podem ser encontrados roedores (ratos, cutias e pacas), aves ameaçadas de extinção como a gralha-azul e o papagaio-de-peito-rocho, além de inúmeros insetos. A semente da araucária, o pinhão, é muito apreciada pela fauna em geral e se constitui numa fonte de alimento essencial para o seu sustento.

A ameaça de extinção de algumas espécies desse ecossistema, como a gralha-azul e o papagaio-de-peito-rocho, pode ser atribuída à escassez do pinhão. Para agravar a situação, as pessoas vêm coletando o pinhão para comércio, já que é muito apreciado também pelos humanos. Quando as pinhas - que agregam os pinhões, que são os fruto da araucária - estão ainda verdes são furtadas das áreas de preservação, não deixando nada para a fauna que acaba perecendo de fome.



Figura 3.5 Papagaio-de-peito-rocho (Amazona vinacea): ave que está sendo exterminada devido à destruição das Florestas de Araucárias. Foto tirada no Zôo de Pomerode (SC) em jan/04. Exemplar apreendido do tráfico de animais silvestres e que não pode mais voltar para a natureza.



Figura 3.6 Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus): ave símbolo da Floresta de Araucária que está desaparecendo devido à destruição deste ecossistema. Foto tirada no Zôo de Pomerode (SC) em jan/04. Exemplar apreendido do tráfico de animais silvestres e que não pode mais voltar para a natureza.



Infelizmente, esse ecossistema está ameaçado de extinção, devido à exploração da madeira e pela substituição de sua área de domínio pela agricultura e reflorestamentos de pinus e eucalipto.

Fonte do texto e Imagem
http://ecoblog-daniel.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Tersina viridis-Saí


Tersina viridis-Saí andorinha
Migra seguindo a frutificação da Magnólia amarela (Michelia champaca),planta exótica. alimenta-se de frutas e artrópodes.
Fica sempre pousada nos galhos mais altos e secos das árvores por longos períiodos. Aparece sempre no primeiro semestre do ano e em grupos.
Observada anualmente em Manhumirim.

Saí-Azul


Dacnis cayana - Saí-azul
Vive em casais ou em pequenos grupos. No meio da mata fechada, fica na copa das árvores. Quando está na borda da floresta ou de jardins forrageia a pouca distância do solo. Costuma comer frutos, artrópodes, néctar e também costuma visitar bebedouros para beija-flores.
Comumente vista em Manhumirim ao longo do ano.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

No caminho das Aves!



O olhar atento do fotógrafo permitiu captar esta interessante composição entre os urubus-comuns (Coragyps atratus), o ninho do joão-de-barro (Furnarius rufus) e a planta que cresce sobre o poste. Foto: Daniel De Granville


Esta belo por-do-sol foi captado na Rodovia Transpantaneira, em Mato Grosso. Foto: Daniel De Granville
Como a região de Bonito é essencialmente rural, não faltam alternativas. Em todos os caminhos para os sítios turísticos locais é possível observar aves e outros animais pelo caminho, e dependendo do horário e período do ano a estrada se torna uma atração à parte, com tantos ninhos nas árvores, postes e as acrobacias no céu.



Um momento especial em uma estrada entre fazendas em Nova Alvorada do Sul/MS: um grupo de emas (Rhea americana) atravessando o mesmo campo onde um tamanduá, ao fundo, procurava por cupins. Foto: Tietta Pivatto
Tem também papagaios, periquitos, pombas, sanhaços, tucanos, gralhas, garças, pica-paus e muitas outras. Claro que nem sempre é possível parar, mas em alguns momentos é obrigatório. Há cerca de um mês revoadas de papagaios tem sobrevoado a região no final da tarde, numa algazarra tremenda. E neste mesmo período, as primeiras piúvas (ipê-roxo) começaram a florir, atraindo beija-flores e as aracuãs e periquitos que as procuram para se alimentar das flores e sementes.
Duas semanas atrás testemunhei dois carcarás atacando uma garça-vaqueira em pleno ar, dominando-a e descendo até o capim, onde terminaram o serviço de uma bela refeição.
As seriemas dão espetáculo à parte. Estão sempre nas estradas, principalmente as de terra, e às vezes acabam correndo na frente do carro até cansarem e voarem para as laterais.


Fonte de pesquisas e Imagens
http://www.birdwatcher.com.br

terça-feira, 29 de junho de 2010

Milhafres



As únicas aves de rapina diurnas dos Açores e Madeira, os milhafres ou mantas, vão ser contadas pelas populações dos arquipélagos no fim-de-semana de 18 a 19 de Março, um censo voluntário organizado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (Spea) para conhecer quantos indivíduos existem nas ilhas.
Em vez de pôr no terreno “um ou dois investigadores”, a Spea escolheu lançar um apelo ao “cidadão comum para ser ele a recolher as informações necessárias” ao censo, explicou Joaquim Teodósio, responsável da Spea.
“Esta é uma espécie muito fácil de identificar e é relativamente abundante”. Além disso, “os milhafres já gozam de uma certa empatia. As pessoas têm uma ligação com a espécie”, até mesmo do ponto de vista histórico, da descoberta dos Açores.
Os interessados deverão contactar a Spea e informar qual o local onde pretendem efectuar a contagem. No sítio na Internet da Spea poderão ser impressas as fichas de registo que, depois de preenchidas, deverão ser enviadas para a associação.
Depois de recolhida a informação, a Spea vai processar os dados e divulgar os resultados do censo.
Além de pretender saber quantos milhafres existem nas ilhas, a Spea quer aproximar o cidadão comum da espécie e envolvê-lo na sua conservação.

“É importante para as pessoas participarem num trabalho científico”, disse Joaquim Teodósio, acrescentando que a associação acredita conseguir uma adesão que permita a cobertura de todo o território da espécie. “Esperamos que este método possa ser repetido anualmente, para ser uma ferramenta de acompanhamento das populações”. Enquanto predador de topo, o milhafre - conhecido como manta na Madeira -, é uma espécie particularmente sensível às alterações do ambiente e, segundo a Spea, “pode servir como indicador da qualidade ambiental, dos habitats”. Apesar de não ser uma espécie ameaçada, o milhafre enfrenta algumas pressões, como a potencial colisão com linhas eléctricas, o atropelamento, campanhas de desratização, perda de habitat e de alimento (ratos e coelhos). Este é o primeiro projecto da Spea sobre o milhafre nas ilhas.


O Público - Censo sobre o Milhafre

Fonte do Texto e Imagens
http://www.alfazoo.com/

Araras Azuis

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