O tempo Vida !

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Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog

sábado, 2 de janeiro de 2010

Coró-coró



O Coró-coró (Mesembrinibis cayennensis) é uma ave ciconiiforme da família dos tresquiornitídeos, sendo a única espécie florestal desta família, habitando da região do Panamá a do Paraguai, Argentina e em quase todo o Brasil. Tais aves chegam a medir até 58 cm de comprimento, possuindo plumagem verde-escura, bico e pernas negro-esverdeados. Também recebem os nomes de caraúna, curubá, curicaca-parda e tapicuru

Há alguns dias diversos coró-corós tem sido vistos em Imbé. A ave está em perigo de extinção e é rara ser vista em áreas urbanas.



http://pt.wikipedia.org/

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Luto....




Hoje morre o Ano de 2009 , o ano de conquistas ele é ímpar.
Quero fazer luto, mas estou na dúvida. Não sei se me visto de branco, se me visto de preto. Você tá de acordo com esta roupa?

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Marrecos Carolina


Carolina -


Aix sponsa (sign; vestido de noiva)
O macho,é exuberante em sua plumagem adulta. A fêmea possui a plumagem igual a plumagem transitória do macho. A plumagem juvenil lembra a plumagem da fêmea, porém a barriga é mais listrada e manchada na cor amarelada e marrom.


HABITAT.

Habitat - América do norte a oeste de Cuba. Lagos de água doce, brejos, pântanos, rios calmos sempre rodeados por densa floresta.


ALIMENTAÇÃO.

Sementes, castanhas, plantas aquáticas, plantas forrageiras, pequenos moluscos e adoram pastar em terra firme. Em cativeiro, alimentam-se de ração de galinha, sendo: Até 1 mês ração inicial. Após 1 mês ração de crescimento. Na reprodução recomenda-se ração de reprodução ou postura.







Carolina Branco








REPRODUÇÃO.


A época de reprodução do marreco Carolina no Brasil é de setembro a dezembro, sendo que a maior parte dos casais começa a incubação em novembro. Normalmente a fêmea põe um número que pode chegar a 11 ovos sendo bastante comum encontrar um número de ovos bem próximo deste. Algumas vezes podem ocorrer duas posturas principalmente, se a primeira ninhada ocorrer no começo de setembro. Os filhotes são pardos no primeiro ano de vida possuem a coloração semelhante a da fêmea. Já no segundo ano está apto a reproduzir-se. É uma ave muito resistente, com baixa mortalidade. É necessário estar atentos quanto aos nascimento dos filhotes, se a fêmea ficar muito ciumenta, neste caso retira-se o macho para que ela não os machuque.




COMPORTAMENTO.


O Carolina é uma ave muito fácil de ser domesticada. A princípio, é arisco mas se for mantido em contato com movimento tornam-se bastante mansos. Existem relatos que o Carolina torna-se animal de estimação.





Carolina Canela






Disputa o título de marreco mais bonito do mundo, com o marreco Mandarim. Também realiza sua postura em ocos de árvores ou em caixas de madeira de 30 cm x 30 cm x 30 cm, que devem ser colocadas a certa altura do solo. A postura pode ocorrer duas vezes por ano. O período de incubação é de 28 a 30 dias, 37,6ºC.

Pesquisas via Internete e imagens google

domingo, 27 de dezembro de 2009

Pilrito-escuro


Foto de Pedro Marques


Calidris maritima
Identificação
O pilrito-escuro é uma ave relativamente grande dentro do género Calidris, sendo quase do tamanho de
uma seixoeira, mas é pouco vistoso, devido aos tons escuros da sua plumagem. À primeira vista a sua
identificação pode não parecer simples; no entanto, a combinação da plumagem escura com as patas
amarelas e a base do bico, que também é amarela, distinguem este pilrito de todas as outras pequenas
limícolas.

Abundância e calendário
O pilrito-escuro é bastante raro em Portugal e muitas vezes é visto isoladamente, embora possa formar
pequenos bandos, os quais raramente reúnem mais de cinco ou seis indivíduos. Frequenta apenas praias
com rochas expostas, nas quais se alimenta, muitas vezes na companhia de rolas-do-mar. Por vezes
também pode ser visto em portos de abrigo, principalmente nos quebra-mares.
Ocorre no nosso país apenas como invernante e pode ser observado sobretudo de Novembro a Março
(mais raramente de Outubro a Abril).
Este pilrito oriundo do norte da Europa tem em Portugal o limite meridional da sua área de distribuição.
Apesar da sua relativa raridade e da sua baixa conspicuidade, é surpreendentemente regular no seu
principal local de invernada e deixa-se observar relativamente bem enquanto procura alimento entre as
rochas.

Fonte de Pesquisas
http://www.avesdeportugal.info/

Araras Azuis

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