O tempo Vida !

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Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog

sábado, 12 de setembro de 2009

BIODIVERSIDADE





O planeta está de olho em Nossa Biodiversidade
A Floresta Amazônica era o maior celeiro e biodiversidade da Terra,

e boa parte das espécies ainda é desconhecida. O mundo observa cada passo do Brasil, complacente, apenas observa sua agonia a distancia....




Existem dezessete países no mundo considerados "megadiversos" pela comunidade ambiental. São nações que reúnem em seu território imensas variedades de espécies animais e vegetais. Sozinhas, detêm 70% de toda a biodiversidade global. Normalmente, a "megadiversidade" aparece em regiões de florestas tropicais úmidas. É o caso de países como Colômbia, Peru, Indonésia e Malásia. Nenhum deles, porém, chega perto do Brasil. O país abriga aproximadamente 20% de todas as espécies animais do planeta. A variedade da flora também é impressionante. De cada cinco espécies vegetais do mundo, uma está por aqui. A explicação para tamanha abundância é simples. Os 8,5 milhões de quilômetros quadrados do território brasileiro englobam várias zonas climáticas, entre elas a equatorial do Norte, a semi-árida do Nordeste e a subtropical do Sul. A variação de climas é a principal mola para as diferenças ecológicas. O Brasil é dono de sete biomas (zonas biogeográficas distintas), entre eles a maior planície inundável (o Pantanal) e a maior floresta tropical úmida do mundo (a Amazônia).


Luiz Guilherme Megale
Imagem de pesquisas google

AVES EXCLUSIVAS


O PARAÍSO DAS ARARAS E DOS PAPAGAIOS



191 espécies de aves só existem na Amazônia:





Fotos Araquém Alcântara


tara


Típico do norte da Amazônia, o galo-da-serra habita escarpas rochosas e emite barulhos parecidos com miados








sexta-feira, 11 de setembro de 2009


"No dia em que o homem compreender ser filho da natureza, irmão dos bichos, da terra, dos pássaros do céu e dos peixes do mar, neste dia ele compreenderá a própria insignificância. Será mais humano, mais simples e solidário.
Imagem google

Aves: Saracura








O canto que anuncia chuva



As saracuras são aves que vivem em pântanos e brejos, do sul da América Central ao Uruguai e norte da Argentina, alimentando-se de pequenos peixes, crustáceos, insetos e larvas. No Brasil existem duas espécies de saracuras: a saracura do mangue e a saracura três potes, encontradas em todos os Estados, tanto no litoral como no interior.

A saracura três potes tem dorso castanho-esverdeado, pescoço e cabeça cinzentos; o peito é castanho-ferruginoso e o bico, amarelo-esverdeado. Vive em pequenos bandos e domestica-se facilmente, sendo muito comum no interior do sertão brasileiro onde constrói seu ninho no meio do junco, rodeado por água ou às margens dos córregos, em meio a vegetação densa.




Pequena e desajeitada, a saracura três potes passa o dia escondida e em silêncio, mas, nas horas do alvorecer e do fim da tarde, ouve-se seu canto que diz claramente "três potes — um coco — um coco", e que, segundo a crença popular, é prenúncio certo de chuva.

(Aramides cajanea)

http://www.achetudoeregiao.com

Aves :Siriema



Criada com as galinhas



Se for apanhada bem pequena, a seriema transforma-se facilmente num animal doméstico. Os fazendeiros costumam criá-la em galinheiro, pois ela come pequenas cobras e dá um sinal de aviso à chegada de qualquer intruso.

Já as seriemas adultas não se deixam apanhar facilmente e ficam bem camufladas entre as árvores com sua plumagem cinza-amarelado. Elas voam mal, mas são boas corredoras. A "crista" da seriema é um tufo de penas bem compridas, com cerca de 12 cm, situado na base do bico. Essas aves vivem aos pares ou em pequenos grupos e passam o dia no chão, catando vermes, insetos e pequenos répteis (lagartos, cobras). À noite, empoleiram se num galho baixo para dormir.

Depois de um namoro acompanhado por gritos que se parecem com latidos, o casal constrói um ninho de galhinhos, no chão ou no meio de alguma moita.

( Cariama cristata)

Imagem google


http://www.achetudoeregiao.com





quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aves Aquáticas


Ganso de Magalhães

Ganso de Magalhães
Nome Popular: Ganso de Magalhães
Científico: Chloephaga picta



Ganso Canadense
Nome Popular: Ganso Canadense
Científico: Branta canadensis






Ganso Africano
Nome Popular: Ganso Africano
Nome Científico: ----





Embden
Nome Popular: Embden
Científico: ---


Eytons
Nome Popular: Eytons
Científico: Dendrocygma Eytoni

Dusky Canadense
Nome Popular: Dusky Canadense
Científico: Branta Canadensis Occidentalis




Mallard Canadense
Nome Popular: Mallard Canadense
Científico: Anas Platyrhynchos Platyrynchos





Mandarim





Nome Popular: Mandarim
Científico: Aix Galericulata



Versicolor
Nome: Versicolor
Científico: Anas Versicolor X2
Tolouse

Tolousse
Nome Popular: Tolouse

Científico:



As aves livres são extremamente ativas, pois,
gastam uma quantidade enorme de energia ao voar e para tanto,
precisam se alimentar muito.
Normalmente, elas se alimentam de sementes, frutas e insetos.

http://www.belasaves.com.br









Aves Aquáticas



As aves aquáticas que falo neste artigo pertencem à ordem dos Anseriformes, mais propriamente à família dos Anatideos. Existem cerca de 150 espécies nesta ordem, todas elas com hábitos e comportamentos um pouco diferentes, o que implica necessidades diferentes e julgo que quem quiser iniciar a criação de aves aquáticas deverá primeiro de tudo decidir que espécies pretendem ter.






Cisne Branco ( Mute Swan )

Clique para ver a foto ampliada.É o cisne comum semi-domesticado dos zoológicos, parques públicos e lagos espalhados pelo mundo.
O cisne Branco é ainda encontrado em estado selvagem em parte da Europa central e Norte da Europa.
Uma de suas principais características, que o diferencia das outras variedades de cisnes brancos, é seu longo bico de cor laranja com uma saliência preta na base.
Seu pescoço também é característico, fazendo uma curva em S muito bonita.
O ninho é uma estrutura muito grande de gravetos e folhas e é usado ano após ano.
Sua postura é de 4 a 6 ovos numa única vez a cada ano, e o período de incubação é de 5 semanas.
A medida do tanque ou lago para criar a espécie deverá ser de 4m x 5m, com profundidade de 1m.
A alimentação é a mesma fornecida aos faisões e pavões, com bastante verduras diariamente. O verde é essencial em sua alimentação.


Cisne Negro ( Black Swan )
Clique para ver a foto ampliada.É nativo da Austrália onde ainda é encontrado em estado selvagem. Foi introduzido na Europa há 150 anos passados, e agora é familiar em todos os zoológicos e coleções privadas do mundo.
Seus bicos e olhos são vermelhos e as penas pretas.
Fazem geralmente 2 a 3 posturas de 4 a 6 ovos a cada ano.
Os filhotes nascem cinzas e o período de incubação é de 5 semanas.
O ninho é uma estrutura muito grande de gravetos e folhas e é usado ano após ano. A medida do tanque ou lago para criar a espécie deverá ser de 4m x 5m, com profundidade de 1m.
A alimentação é a mesma fornecida aos faisões e pavões, com bastante verduras diariamente. O verde é essencial em sua alimentação.


Marreco Mandarim ( Mandarim Duck )
Clique para ver a foto ampliada.É considerado o marreco mais bonito do mundo, sendo natural da China. Realiza sua postura em ocos de árvores ou em caixas de madeira de 30cm x 30 cm x 30cm, que devem ser colocadas a certa altura do solo.
A postura é de 7 a 10 ovos/ano, e o período de incubação é de 28 a 30 dias.

Marreco Carolina ( Wood Duck )
Clique para ver a foto ampliada.Disputa o título de marreco mais bonito do mundo, com o marreco Mandarim.
O marreco Carolina é natural da América do Norte.
Também realiza sua postura em ocos de árvores ou em caixas de madeira de 30cm x 30 cm x 30cm, que devem ser colocadas a certa altura do solo.
A postura é de 10 a 12 ovos de cada vez, e geralmente realizam-se duas posturas por ano.
O período de incubaçào é de 28 a 30 dias.


Marreco Ringed Teal
Clique para ver a foto ampliada.Este marreco é muito popular entre os criadores, por não possuir período de muda, permanecendo com sua plumagem bonita durante todo o ano.
Gostam de ninhos elevados, e se os ovos forem retirados, fazem de duas a três posturas por ano.
A postura é em média de 10 ovos por vez, e o período de incubação é de 26 dias.


Marreco Marbled Teal
Clique para ver a foto ampliada.É um marreco muito elegante e charmoso, tendo uma coloração cinza - preta com manchas brancas. Faz parte obrigatória da coleção de todos os criadores.
Utilizam ninhos de caixa de madeira no chão e perto da água.
Realizam-se 2 (duas) posturas ao ano, com cerca de 10 ovos por vez , sendo o período de incubação de 26 dias.
Marreco Netta-ruffina ( Red-crested Pochard )
Clique para ver a foto ampliada.Proveniente da Ásia, é um marreco muito bonito, muito rústico e fácil de criar. A cabeça é de um dourado bonito, o bico, pés e olhos são vermelhos, as costas são amarronzadas e o peito escuro.
Fazem seus ninhos em moitas no chão, ou utilizam ninhos de caixotes também no chão.
A postura é de 8 a 10 ovos/ano, e o período de incubação é de 28dias.


Cinnamon Teal
Clique para ver a foto ampliada.São provenientes da América do Sul.
Seu corpo é vermelho acaramelado, possuem bico preto e comprido e seus olhos são vermelhos.
Fazem seus ninhos em moitas no chão, ou utilizam ninhos de caixotes também no chão.
A postura é de 8 a 10 ovos/ano, e o período de incubação é de 23 dias.

Anas castanea
Clique para ver a foto ampliada.São provenientes da Austrália.
O macho tem a cabeça e o pescoço verde escuro, olhos vermelhos e corpo amarronzado com pintas pretas.
Gostam de seus ninhos de caixa de madeira e suspensos, como os ninhos dos marrecos Carolina e Mandarim.
A postura é de 7 a 8 ovos/ano, e o período de incubação é de 27 dias.


Marreco Ferruginoso ou Nyroca
Clique para ver a foto ampliada.Possui olhos brancos, bico preto e o corpo marron escuro. As asas são quase negras, e possuem um penacho branco em volta da croaca.
Fazem seus ninhos em moitas no chão, ou utilizam ninhos de caixotes também no chão.
A postura é em média de 8 ovos/ano, a eclosão ocorre em 26 dias.
http://www.vila-alaide.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Anatomia das Aves

A evolução no sentido de um vôo poderoso deu às aves esqueletos muito diferentes dos dos outros animais. O aspecto mais evidente numa ave voadora como o corvo é a grande quilha, projeção do esterno onde se inserem os músculos das asas. As aves não têm dentes nem têm verdadeiras caudas; as penas da cauda prendem-se no extremo da coluna vertebral - o pigóstilo. Os membros anteriores estão totalmente adaptados ao vôo, enquanto as mandíbulas sem dentes se transformaram num leve mas forte bico que a ave pode usar para se alimentar e executar tarefas delicadas, como por exemplo “pentear” as penas.

1. Mandíbula inferior do bico
2. Mandíbula superior do bico
3. Narina
4. Órbita
5. Crânio resultante de ossos soldados
6. Ouvido
7. Coluna vertebral constituída por pequenos ossos chamados "vértebras"; pode flectir-se nos sítios onde as vértebras estão afastadas mas é rígida nos pontos onde elas estão soldadas
8. Úmero, osso alongado da asa que corresponde ao osso do braço humano
9. Rádio, osso da asa que corresponde a um dos ossos do antebraço humano
10. Cúbito, osso da asa que corresponde a um dos outros ossos do antebraço humano
11. Pélvis, que é um suporte para as pernas e um prolongamento ósseo para a inserção dos músculos das pernas
12. Pigóstilo, extremidade da coluna vertebral onde se inserem as penas da cauda
13. Fêmur, osso da coxa
14. Articulação do joelho (oculta pelas penas na ave viva)
15. Tornozelo ou falso joelho (embora possa parecer que é o joelho que se dobra para a frente, esta parte corresponde realmente ao tornozelo e não ao joelho)
16. Metatarso
17. Dedo posterior
18. Garra (na ave viva recoberta por uma bainha córnea)
19. Tíbia, osso da perna
20. Metacarpo, correspondente aos ossos do pulso humano
21. Quilha, onde se inserem os músculos das asas das aves voadoras
22. Fúrcula, osso resultante de duas clavículas unidas que ajuda a manter a articulação da asa em posição quando os músculos a puxam para baixo
23. Caracóide

Fonte: canarilalmada.com

Anatomia das Aves



As aves que voam têm o corpo muito leve, inclusive porque seus ossos são ocos. Em algumas partes internas os ossos possuem nervuras, como as de uma asa de avião, para torná-los mais fortes. O esqueleto de uma Águia calva, por exemplo, não pesa mais do que 300 gramas. Alguns ossos são soldados, isto é, ligados uns aos outros, de maneira a dar uma estrutura mais compacta a ave. O osso do peito é adaptado em forma de quilha, como a de um barco, e é chamado de carena, servindo com suporte para a musculatura peitoral.

Na boca das aves não há dentes, mas um bico que é adaptado ao tipo de alimentação mais comum de cada espécie. À boca, segue-se a faringe e no esôfago é encontrada uma bolsa chamada papo. Nele o alimento vai sendo amolecido para depois avançar até o estômago químico, que solta enzimas digestivas para que se inicie o processo de digestão. Depois, o alimento passa para o estômago mecânico, chamado moela, que tem uma forte musculatura para amassar o alimento. Seu tubo digestivo termina então na cloaca, que além de ser órgão digestivo, é também órgão reprodutivo das aves.

O esqueleto das aves é peculiar. Os ossos são leves nas aves voadoras, sendo que os maiores apresentam cavidades pneumáticas conectadas ao sistema respiratório. Toda esta adaptação diminui o peso específico das aves, facilitando o vôo. A maioria dos ossos do crânio estão fundidos e as maxilas estão alongadas, sustentando o bico córneo. O crânio articula-se com a primeira vértebra cervical por um único côndilo occiptal, e a coluna vertebral apresenta um número de vértebras cervicais muito maior do que em qualquer outro grupo. Estas vértebras são muito flexíveis pois suas superfícies de articulação são em forma de sela (vértebras heterocélicas). O esterno na maioria das aves alarga-se e forma uma quilha aumentando a superfície para a fixação dos músculos necessários ao vôo.

O esqueleto é leve. O crânio articula-se por um único côndilo occipital com a primeira vértebra cervical.

Extensões dos pulmões formam sacos aéreos, que penetram nos ossos das asas e nos outros ossos compactos e entre os diversos órgãos do corpo. O número de vértebras cervicais varia de 8, nas aves canoras, a 23, nos cisnes. A pelve é achatada. O esterno (exceto nas ratites) encontra-se munido de uma potente crista em forma de quilha (carena), onde se inserem os músculos das asas. Os coracoideus são muito desenvolvidos.

As clavículas, unidas pela interclavícula, formam a fúrcula ou toracal. Os dedos I a III fazem parte da asa, mas o I, ou polegar, encontra-se separado dos outros dedos e constitui a asa bastarda. O metatarso e os elementos distais do tarso formam o tarso-metatarso.

Todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar (os únicos pássaros que não voam são os pingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis).

A habilidade para o vôo está refletida nas características típicas dos pássaros: - corpo aerodinâmico; - membros anteriores modificados em asas; - cavidades dos ossos preenchidas com ar; - ausência de mandíbulas e dentes, sendo a mastigação realizada pela moela, situada atrás do estômago; - digestão rápida, sem armazenamento de alimento; - penas leves, que são estruturas mortas e impermeáveis. Assim, não é preciso haver vasos sanguíneos pesados para nutrí-las.

Os ossos das aves são, em sua maioria, ocos. As asas são controladas por poderosos músculos presos a quilha, uma projeção existente no osso esterno.

Fonte: canarilalmada.com

Imagem de ilustraçao



Anatomia das Aves


Ave

Devido à variedade de estilos de vida, as aves apresentam anatomias bem diferentes. À primeira vista, a maioria possui características geralmente associadas às aves hoje em dia: elas andam sobre duas patas geralmente alongadas, têm asas, são cobertas por penas e têm bicos em vez de mandíbulas. Mas elas também têm muitas diferenças, a maioria delas relacionada à maneira de voar - ou em alguns casos, de não voar.

Todas as aves têm a mesma estrutura esquelética de esqueleto básica, que varia para atender ao seu modo de vida. Como a maioria das aves precisa voar facilmente, elas têm muitas adaptações projetadas para reduzir seu peso total e facilitar o vôo. Por exemplo, ao contrário dos mamíferos e répteis, a maior parte dos ossos de seus membros são ocos. As aves também perderam os dentes e os ossos da mandíbulas, que fazem o esqueleto mais pesado em outros animais, e seus crânios são normalmente muito menores em relação ao tamanho do corpo. E, ao contrário de seus parentes répteis, os pássaros perderam quase todos os ossos da cauda. Mas enquanto muitas aves reduziram reduzido seu tamanho e peso, outras evoluíram em outra direção - aves mergulhadoras, como os pingüins e ganso-patola, precisam de esqueletos fortes para suportar a pressão debaixo d’água, por exemplo.

Aves que voam precisam de músculos grandes para bater suas asas, e por isso elas têm um esterno bem grande, ao qual seus músculos estão ligados, absorvendo o o estresse gerado pelo vôo. Esta carena, como às vezes é conhecida, não aparece em alguns pássaros que não voam, comoa ema e o avestruz, nem nos esqueletos do fóssil Arcaheopteryx - provavelmente porque este ancestral das aves ainda não havia desenvolvido a capacidade de voar de verdade. Os esqueletos das aves têm outras adaptações que fazem com que sejam mais firmes e estáveis durante o vôo, como a fusão de vértebras, clavícula e ossos das asas.

Outras diferenças facilmente visíveis nos esqueletos das aves incluem o número de vértebras do pescoço, que varia de acordo com o estilo de vida. Aves como os flamingos e os cisnes têm pescoços bastante alongados para que possam alcançar comida no fundo de lagos e lagoas, por exemplo, enquanto as aves que se alimentam nas árvores ou no chão têm pescoços curtos. Como resultado, os cisnes têm cerca de 25 vértebras em seus pescoços, enquanto as galinhas têm 14 e papagaios podem ter até 9. Outras aves, como o avestruz e a ema, têm os ossos das pernas extremamente longos, que sustentam seu peso e permitem que corram em alta velocidade.

Fonte: www.animalplanetbrasil.com

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ORIGEM DAS AVES

Origem das Aves
Esqueleto de uma ave
Esqueleto de uma ave onde se nota o grande tamanho da quilha (esterno).


Origem das aves ainda é um tema polêmico. A maioria dos biólogos acredita que as aves evoluíram dos dinossauros predatórios de duas pernas, uma teoria que é sustentada por diversas descobertas de fósseis nos últimos 150 anos. A descoberta do Archaeopteryx, em particular, convenceu muita gente de que os dinossauros são a origem das aves modernas.
Encontrado na Alemanha em 1860, o Archaeopteryx é uma das descobertas de fósseis mais importantes e comentadas. Os espécimes encontrados até agora parecem ser do período Jurássico, de cerca de 150 milhões de anos atrás, e forneceram a primeira prova de uma criatura que apresentava características comuns a dinossauros e aves. Dentadura completa, uma cauda longa e ossuda e três garras em cada asas demonstram sua relação com os antigos lagartões.
Também têm penas e um esterno parecido com a fúrcula (o osso da sorte) dos pássaros modernos. A compreensão sobre a evolução das aves está sempre mudando com aparecimento de mais fósseis.
Outros animais semelhantes às aves, do mesmo período, foram encontrados na China, e fósseis de aves de outras linhagens foram encontrados na Ásia, Europa, América do Norte e do Sul. Nem todo mundo concorda com a teoria dos dinossauros. Alguns biólogos acreditam que as aves evoluíram muito antes do Archaeopteryx na mesma época dos primeiros dinossauros, provavelmente ancestrais répteis de quatro patas.
De acordo com esta teoria, muitas espécies de aves surgiram e então se tornaram extintas junto com os dinossauros. Entretanto, elas evoluíram, se transformando em um dos grupos de animais mais variados do planeta. Atualmente há mais de 9.700 espécies de aves conhecidas, ocupando todo nicho ecológico e habitat possível.

Fonte: www.gforum.tv
Imagem do google

ORIGEM DAS AVES


O protagonista dessa incrível história é o Archaeopteryx lithographica, que viveu no período Jurássico, em plena Era Mesozóica (ou Era dos Répteis).
No entanto, o Archaeopterys era um réptil diferente dos outros: tinha desenvolvido um novo instrumento de voo, que complementava as asas – as penas.
Dos contemporâneos plumados do Archoeopterys (ou de uma espécie similar a essa) derivaram as aves que foram evoluindo cada vez mais. As primeiras aves tinham ainda o esqueleto da cauda bastante longo e o "bico" munido de dentes. Além do Archoeopterys, também existiam outras duas espécies plumadas que tinham dentes: Ichthyornis e Hesperornis.
O conjunto de plumas e penas, ou seja, a plumagem que cobre o corpo das aves, tem várias funções: permite o voo, protege do calor e do frio, ajuda a flutuar na água e contribui para a manutenção de uma temperatura ideal durante a incubação. Juntamente com as asas, as penas são o principal instrumento de voo, funcionando como "hélices" e estabilizadores de voo.

Fonte: asaves.blogspot.com

HISTÓRIA DA FALCOARIA


HISTÓRIA DA FALCOARIA

A falcoaria é a ciência de adestrar aves de rapina, considerada por muitos uma forma de arte, devido ao alto grau de sensibilidade e dedicação exigidas para sua prática.

Seu local de origem é incerto, porém, diversas teorias apontam a Ásia Central, China e Pérsia como berço mais provável. Os registros mais seguros sobre a idade da falcoaria são gravuras ilustrando claramente um falcoeiro em atividade, encontradas no século passado em ruínas na Mesopotâmia e datadas como sendo de 1700 a.C., contudo, registros mais antigos levam a crer na utilização de falcões como presentes oferecidos a príncipes chineses durante a dinastia Hia (provavelmente iniciada em 2205 a.C.).

O registro mais antigo de sua presença na Europa está representado pela ilustração de uma cena de caça aos patos, em um mosaico datado de 500 d.C., localizado em Argos, na Grécia.

Uma vez na Europa, bastaram 200 anos para que pudessem ser encontrados praticantes da falcoaria entre pessoas de todas as castas sociais, dos camponeses aos reis, para aqueles como forma de obter alimento e para estes como uma forma de esporte e interação sócio-cultural.

Por volta de 750 d.C. os primeiros manuscritos ocidentais sobre o assunto começaram a ser escritos, cabendo destacar a publicação de “De Arte Venandi cum Avibus”, vasto tratado escrito por Frederico II, imperador da Alemanha, em 1247. Pouco a pouco a cultura européia foi revestindo a falcoaria de uma aura nobre, associando sua prática à sofisticação e cultura superiores. Dessa maneira, os reis e grãos-senhores interessados em distinguir-se chegavam então a possuir dezenas de aves, contratando um mestre falcoeiro para treiná-las e mantê-las sempre em forma..

Neste período foram publicados os primeiros éditos de proteção à fauna na Europa, proibindo especificamente a caça, maus tratos ou apanha de aves de rapina. O preço de falcões treinados atingia pequenas fortunas e o roubo dessas aves era punido com a forca em algumas regiões da Inglaterra..

Com a chegada das grandes navegações, descobriu-se que a falcoaria florescera de forma paralela no continente americano. Os primeiros relatos da existência deste tipo de atividade nas Américas datam do século XVI e foram feitos por Cortês, o famoso conquistador espanhol, que descreveu a presença de falcões treinados mantidos pelo rei asteca Montezuma, no México.

A partir de 1792, com a fundação do High Ash Club, em Londres, na Inglaterra, os entusiastas começaram a se organizar em clubes e associações, dando início ao processo de modernização da prática com a formação de aviários e intercâmbio de espécies, adoção de novas tecnologias, uso de fichas de acompanhamento individual, estudo e difusão das técnicas de treino utilizadas em outras regiões, como Arábia, Espanha, Japão, etc.

A iniciativa inglesa estimulou o surgimento de novos clubes em vários continentes, auxiliando à prática da falcoaria a obter regulamentações legais especificas, como ocorre hoje na maioria dos países europeus, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, México e Argentina, Brasil, entre outros, garantindo a continuidade de sua prática até os nossos dias.

Fonte: ABFPAR -

Associação Brasileira dos Falcoeiros e Preservação das Aves de Rapina



www.birdmania.com.br/
Imagem google

Araras Azuis

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