O tempo Vida !

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sábado, 5 de setembro de 2009

Ornitologia Avestruz



O Avestruz é a maior ave que existe. É uma ave não voadora. Sua principal característica é o pescoço longo sem plumagem. Pesam de 90 a 130 kg sendo que alguns machos podem chegar até 155 kg. As fêmeas podem chegar a 2 m de altura enquanto o macho 2,7 m.
O avestruz possui pernas e coxas sem plumagens, tem a pele rosada. Quando atingem um ano e meio de idade ocorre o dimorfismo sexual, o macho possui as plumagens pretas com a ponta das asas brancas e as fêmeas com a ponta das asas cinza. Suas penas são macias e isolantes térmicos. Alimenta-se de frutos, sementes, invertebrados, insetos, répteis e pequenos mamíferos. Como não possui dentes, o avestruz engole pedrinhas para ajudar a esmagar os alimentos. Seu aparelho digestivo é semelhante ao dos ruminantes. Gostam de água, mas conseguem ficar muito tempo sem tomar, vivendo da umidade das folhas de come.




Características dos Avestruzes

O Avestruz, Struthio camelus, é a maior das aves vivas, com uma altura de 2,4m e 150kg. É originário da África (Namíbia Botswana, África do Sul), e também em certas zonas da Arábia. É a única que pertence à família Struthioniformes. São aves polígonas e não migratórias. Adapta-se com facilidade e vive em áreas montanhosas, savanas ou planícies arenosas desérticas. Seus hábitos alimentares são onívoros, o avestruz come ervas, folhagem de árvores, arbustos e todo pequeno vertebrado e invertebrado que consiga capturar.

Embora não voe, por ter asas atrofiadas, as longas, fortes e ágeis pernas, permitem que ele atinja até a velocidade de 120 km/h com vento favorável (média de 65 km/h), pois em uma só passada cobre 4 a 5 metros. Tem o pescoço longo, a cabeça pequena, e tem dois dedos muito grandes (em cada pata) que se assemelham a cascos.
Produtividade

O avestruz alcança o peso de abate por volta de 12 meses. São muito resistentes a doenças, e têm uma ótima capacidade de adaptação (criados com sucesso no Canadá, Estados Unidos, Europa e Israel), suportando altas e baixas temperaturas. Alimenta-se de ração (1,5 kg/dia) e pasto verde (2 a 5 kg/dia).

Vida longa (média de 50 anos de vida), contando de 20 a 30 anos de vida reprodutiva. O início da vida reprodutiva é com 2 a 3 anos; no Brasil há avestruzes em zoológicos que iniciaram a postura com 18 meses.

Cada fêmea põe de 40 a 100 ovos por ano, e os ovos pesam de 1.200 a 1.800 g e são incubados por 42 dias.

Texto de pesquisas via intenete

http://www.webciencia.com/

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Aves do cerrado


O cerrado é um ecossistema rico em vários aspectos, como hídrico e flora, mas não se limita apenas a esses citados, há também as aves do cerrado. Conforme registros de cientistas, no cerrado podem ser encontradas cerca de 935 espécies de aves, dessas 787 são encontradas também em outros domínios, e 148 espécies são específicas do cerrado. No caso das aves, fica difícil definir uma ave como sendo específica de um único bioma em ra~zão da sua capacidade de voar.

Diante da breve introdução, a seguir as principais aves típicas que transitam pelo cerrado e que também podem ser encontradas em outros biomas.

Ema (Rhea americana), ave com peso de aproximadamente 30 kg, sua carne pode ser utilizada como alimento. Essa ave é constantemente encontrada no sistema de campo.

Seriema (Cariama cristata), essa ave possui peso relativo de 2 a 3 kg, transita com maior frequência no subsistema de campo de cerrado.

Pavãozinho-do-pará (Eurypyga helias), possui peso quando adulto de até 500 g, é comum transitar no subsistema de matas ciliares.

Jaó (Crypturellus undulatus), ave com peso aproximado em fase adulta de 800g, ocorre com maior frequência nos subsistemas de mata e mata ciliar.

Inhambu-xintã (Crypturellus tataupa), na fase adulta atinge até 100g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerradão, mata e mata ciliar.

Inhambu-chororó (Crypturellus parvirostris), ave que possui na fase adulta peso de até 150g, é mais comum encontrá-lo nos subsistemas de cerrado, cerradão e mata.

Codorna-do-nordeste (Nothura boraquira), possui peso de aproximadamente 250g quando adulto, transita com mais frequência nos subsistema de campo.

Coruja-orelhuda (Rhinoptynx clamator), quando adulto chega a pesar até 500g, ocorre nos subsistemas de cerrado, cerradão e mata.

Coruja-buraqueira (Athene cunicularia), ave que pesa na fase adulta 150g, é mais encontrada no subsistema de campo.

Caburé (Glaucidium brasilianum), na fase adulta chega a pesar 100g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerrado, cerradão e mata.

Coruja-da-igreja (Tyto alba), quando adulta pesa aproximadamente 400g, é mais encontrada nos subsistemas de campo e cerrado.

Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), ave que pesa em sua fase adulta cerca de 1 kg, é mais encontrada nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços, porém pode transitar em todos outros subsistemas do cerrado.


Arara-canindé (Ara ararauna), peso na idade adulta de 1 kg.

Arara-vermelha-grande (Ara chloropterus), ave que atinge em sua fase adulta peso de aproximadamente 1 kg, transita em todos os subsistemas.

Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) pesa, quando adulto, aproximadamente 300g.

Periquitão-maracanã (Aratinga leucophthalma), ave que possui peso em sua fase adulta 300g, ocorre nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e campo.


Mutum-de-penacho (Crax fasciolata), peso adulto cerca de 2 a 3 kg, transita com maior frequência no subsistema de matas ciliares.


Jacucaca (Penelope jacucaca), ave que pesa na fase adulta cerca de 500g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerradão e mata.


Jacutinga-de-garganta-azul (Aburria cumanensis), quando adulto pesa aproximadamente 2 a 3 kg, ocorre nos subsistemas de mata e matas ciliares.


Aracuã-do-pantanal (Ortalis canicollis), peso adulto 500g, transita principalmente nos subsistemas de matas ciliares, veredas e ambientes alagadiços.


Pomba-galega (Patagioenas cayennensis), peso de aproximadamente 200g, ocorre com mais frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.


Pomba-trocal (Patagioenas speciosa), peso adulto de 200g, ocorre nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.


Juriti (Leptotila sp.), ave que pesa na fase adulta aproximadamente 200g, transita com maior frequência no subsistema de cerrado.


Pomba-de-bando (Zenaida auriculata), na fase adulta pesa 300g, ocorre nos subsistemas de campo, cerrado e cerradão.


Tucanuçu (Ramphastos toco), o peso adulto da ave é de aproximadamente 250g, transita com maior frequência no subsistema de campo.


Tucano (Ramphastus vitellinus), ave com peso quando adulto de aproximadamente 250g, é mais encontrado no subsistema de campo.


Tucano (Ramphastus vitellinus), ave com peso quando adulto de aproximadamente 250g, é mais encontrado no subsistema de campo.


Araçari-castanho (Pteroglossus castanotis), quando adulto pesa aproximadamente 200g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerrado, cerradão, mata e matas ciliares.


Marreca-de-coleira (Callonetta leucophrys), ave com peso quando adulto de aproximadamente 1,5 kg, ocorre com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.


Pato-de-crista (Sarkidiornis sylvicola), quando adulto pesa aproximadamente 2 kg, ocorre com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços


Asa-branca (Dendrocygna autumnalis), ave com peso adulto de aproximadamente 1kg, ocorre com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.


Pé-vermelho (Amazonetta brasiliensis), quando adulto pesa aproximadamente 1kg, transita com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.


Anhuma-Poca (Chauna torquata), ave com peso na fase adulta de aproximadamente 3 a 4 kg, ambos ocorrem nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.


Garça-moura (Ardea cocoi), pode atingir na fase adulta aproximadamente 3 kg, é mais encontrado nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços.

Curicaca (Theristicus caudatus), ave que pesa na fase adulta aproximadamente 1 kg, transita com maior frequência nos subsistemas de matas ciliares e campo.


Fonte dePesquisas site citado abaixo

Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

O vôo do beija-flor

(Beija-flor tesoura)

Suas asas batem 80 vezes por segundo e ele voa tão rápido que às vezes mal dá para acompanhá-lo com os olhos. As penas da cauda direcionam o vôo em três direções. Quando ele pára (sim, ele consegue parar no ar!) diante de uma flor para sugar o néctar com sua língua comprida e fina, dá para contemplar melhor as penas cintilantes. Estou falando do beija-flor, claro.

Embora essa pequena maravilha da micro-engenharia seja minúscula e aparentemente frágil, você sabia que essa ave encantadora é uma das mais resistentes criaturas do reino animal? “Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria”, diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do Fundo Brehm, na Alemanha. Já se ouviu falar de um beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. “Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!”, diz Schuchmann.

O coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto (em repouso!). Fazendo as contas, o minúsculo coração daquele beija-flor cativo teria batido meio bilhão de vezes. Quase o dobro do total de uma pessoa de 70 anos!
Estudando o vôo dos beija-flores e concluiu que, neles, os impulsos elétricos que movimentam os músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas, o que faz com ele tenha que sugar néctar a cada poucos minutos.

Esbanjando beleza e engenharia, os beija-flores são um milagre da criação

estuda o vôo dos beija-flores e concluiu que, neles, os impulsos elétricos que movimentam os músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas, o que faz com ele tenha que sugar néctar a cada poucos minutos.





Reprodução e comportamento

Tal como a maioria das aves, o sentido do olfato não está muito desenvolvido nos beija-flores; a visão, no entanto, é muito apurada. Para além de poderem identificar cores, os beija-flores são dos poucos vertebrados capazes de detectar cores no espectro ultravioleta.

A alimentação dos beija-flores é baseada em néctar (cerca de 90%) e artrópodes, em particular moscas, aranhas e formigas. Os beija-flores são poligâmicos.

http://michelsondigitais.blogspot.com
Imagem de pesquisas google

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ema


A ema (Rhea americana) é uma ave de grande porte, não voadora, pertencente à ordem dos Rheiformes, da família Rheidae.

Foto: Walter Fukuhara

Habita as planícies sul americanas, especialmente nos Cerrados e nos Pampas de países como Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. De plumagem castanha e acinzentada, a ema chega a 2 metros de comprimento, com 1,5 metros de envergadura. Alcança 1,70 m de altura, com peso que varia de 25 a 35 kg.

Suas penas são utilizadas como adorno, para decoração, enquanto sua carne é comestível, apesar de fibrosa e mole.

Embora não voe, a ema é a segunda ave mais veloz em corridas do mundo, alcançando cerca de 60 km/h, perdendo apenas para o avestruz, que alcança os 80 km/h. Suas grandes asas permitem um maior equilíbrio, o que lhe a mudança de direção na corrida.

Alimentam-se de folhas, capim, frutos, sementes, brotos, insetos, lagartos, rãs, ratos e cobras. Engole inclusive algumas pedrinhas, o que acaba ajudando na trituração dos alimentos. Em épocas de calor muito grande, as emas dormem durante o dia e se alimentam durante a noite.

Vivem em bandos de 20 a 30 emas, se dispersando na época do acasalamento, que ocorre no mês de outubro. Nessa época, o bando se separa em grupos menores, sempre compostos por 1 macho e, em média, 6 fêmeas.

O macho prepara somente um ninho, normalmente um buraco no chão, no qual todas as fêmeas botam os ovos. Cada fêmea coloca de 4 a 5 ovos no ninho, ou seja, em um harém composto por seis fêmeas, haverá em média 24 ovos. Cada ovo pesa aproximadamente 600 gramas. O mais curioso é que o macho é quem choca os ovos após a postura, enquanto as fêmeas procuram outro harém em formação, no qual irá passar pelo mesmo processo de acasalamento e postura dos ovos. Cada fêmea acasala com três machos, podendo ter, portanto, 12 crias. Quando o macho choca os ovos, torna-se extremamente agressivo a qualquer aproximação, atacando com violência ao sentir alguma ameaça.

Os filhotes nascem após 6 semanas, e permanecem sob os cuidados do macho. Após duas semanas, o filhote alcança meio metro de altura (sem contar o comprimento do pescoço).

Períodos longos de chuvas podem prejudicar a saúde das emas, pois suas penas, diferentemente da maioria das aves, não são impermeáveis.

A destruição do habitat das emas para abrir espaço para a agricultura e agropecuária é a principal causa da diminuição da população dessa ave. A contaminação das emas com agrotóxico utilizado nas plantações, das quais a ema pode se alimentar, é outro fator considerável, assim como a caça para consumo.

Imagem google

http://www.infoescola.com pesquisas na Integra

O Faisão, o rei dos galiformes


«Veja como é bonita. Até é uma pena comer-se».
Tinha uma cor de penas lindíssima e pensei igualmente que animais daqueles não deviam ser abatidos. Aproveitei e tirei-lhe fotografias.
Depois fui ler informações sobre o faisão e acabei por escrever sobre ele.
Percebi que é precisamente a beleza e o colorida das penas do faisão que o torna mais vulnerável aos olhos dos caçadores. Mas isso só acontece com os machos, porque as fêmeas são mais pequenas, têm as penas em tons castanhos, o que lhes permite uma maior camuflagem com a terra que lhes possibilita chocar os ovos nos ninhos com maior segurança. Esta diferença radical entre os dois sexos, referida como dimorfismo sexual, acontece nalgumas espécies e noutros elementos da sua família, a família Phasianidae, de que fazem parte os perus, os pavões e as galinhas.

Considera-se que o Faisão Comum (Phasianus colchicus) teve a sua origem na Ásia, mas foi trazido para a Europa pelos Gregos na antiguidade. Hoje, existem mais de 40 variedades de faisões .
Durante a Idade Média foram muito apreciados, a par de outras aves de grande beleza como os pavões e os grous. Mas se estas deixaram de ser comidas, o faisão manteve a sua presença nas mesas sofisticadas.
É fácil constatar que durante a Idade Média há várias referências que o mostram como um elemento importante.
A sua presença em iluminuras, como acontece, por exemplo, na margem inferior de um Breviário Franciscano, de cerca de 1430, feito na Itália do Norte para Maria de Sabóia, confirmam a sua distinção.
O mais famoso banquete medieval associado ao seu nome foi o que teve lugar em Lille, a 17 de Fevereiro de 1454 e que ficou conhecido como o «Banquete do juramento do faisão». Foi oferecido por Filipe de Borgonha e sua mulher Isabel de Portugal com o fim de promover uma cruzada contra os turcos que haviam conquistado Constantinopla. A cruzada nunca chegaria a ter lugar, mas o relato do banquete chegou até nós através das Memórias de Olivier de la Marche (1425 – 1502), que foi mestre de cerimónias de Filipe o Bom. No meio dos entremeses o Duque prestou o seu juramento sobre um faisão vivo, ornamentado com ouro e jóias a que se seguiram os votos dos nobres presentes. O banquete merece uma análise pormenorizada, que farei numa outra oportunidade.
Em Portugal, e apesar de o faisão existir na Europa há vários séculos, é ainda considerada uma espécie exótica e não está autorizada a sua introdução em zonas de caça.
Pelo contrário nos Estados Unidos só em 1733 foi introduzido o faisão, embora sem sucesso. Pessoas como George Washington, que esteve sempre à frente do seu tempo, teve faisões na sua casa de Mount Vernon.
Apesar dos esforços só em 1881 foi possível considerar que as aves, trazidas de Inglaterra, se encontravam adaptadas ao habitat americano.
O interesse desenvolvido pelo faisão manifestou-se, ainda no século XIX, em publicações como «An Interisting Bird; The Pheasant. Natural History, Shooting, Cooking» , escrito pelo Rev. H.A. Macpherson. A.J. Stuart-Wortley e Alexander Innes Shand e publicado em Nova York em 1895.

Ao longo dos séculos o faisão tem mantido a sua fama merecida como ave de qualidade apreciada pelos gastrónomos.
No meu caso comia-a estufada com castanhas, acompanhada de pão frito e cherovias fritas. Uma delícia que me fez esquecer a sua beleza natural





Texto e imagens de pesquisas blog citado abaixo
http://garfadasonline.blogspot.com

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Faisão



O faisão faz parte da numerosa família Phasianidae, a mesma dos Perus, Pavões e Galinhas. Dependendo da espécie, o preço pode ser acessível, 40 reais, ou até bem salgado, 8 mil.
Sua criação pode ser em viveiro ou solta no jardim.
Todas as espécies se dão bem no nosso clima, do norte ao sul do país.
Resistente, não requer grandes cuidados.
É preciso apenas que a comida fique em local coberto, abrigada da chuva; além do corte das penas de uma das asas e um muro de cerca de um metro e meio para ele não fugir pulando.
Não é necessário a vacinação e vermifugação, pois vermes e viroses raramente aparecem nos faisões.


Imagem e texto pesquisas internete

Araras Azuis

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