O tempo Vida !

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Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Captura e criação de aves exóticas


A grande percentagem das chamadas aves exóticas, morrem durante a captura, o transporte, ou durante a adaptação ao cativeiro. Felizmente hoje em dia não existe tanto a necessidade de se proceder à captura, porque é enorme a variedade de aves que já acasalam em cativeiro. Muitas das aves que se vendem hoje em dia em lojas e feiras nasceram, com efeito em cativeiro e a manutenção dessas aves em nossas casas, não afecta a população natural. Pelo contrário, as aves indígenas do continente europeu e nomeadamente as de Portugal dificilmente criam em cativeiro e o seu número tem vindo a diminuir drasticamente nos últimos anos devido à captura por parte do homem. É portanto, a criação de aves exóticas que mais interessa ao avicultor. Por um lado o seu número ainda não está seriamente afectado e por outro lado se tal vier a acontecer, a existência de exemplares perfeitamente adaptados à reprodução em aviário poderá abastecer as necessidades de mercado. Além disso, hoje em dia o excedente de crias que o avicultor consegue em sua casa e que pode vender nas lojas da especialidade, ajuda a suportar as despesas de alimentação e alojamento.


Fonte de pesquisa e Imagem:

http://vitorsppp.googlepages.com/

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Aves Exóticas

Pessoalmente crio este tipo de aves mais pela beleza das mesmas do que pelo apuramento das raças.

São também um bom suporte para ajuda das despesas com todas as aves que possuo.Neste momento apenas crio Mandarins brancos e de face negra devido a razões logisticas.

Os Mandarins são aves originárias da Austrália,onde vivem em bandos.É o mais conhecido dos diamantes,sendo mesmo considerado hoje em dia uma ave vulgar.Acasalam o ano inteiro sem ser necessário grande preocupação com a temperatura e instalações.A postura é de 4 a 8 ovos,levando 12 dias a incubar.

Nos Mandarins estou actualmente a misturar Mandarins gigantes com os que possuo,que são normais,para obter aves com um porte superior,iguais às que participam em concursos.Tenho Mandarins brancos,cinzentos,face preta e face laranja.Não existem grandes segredos quanto ao acasalamento de mandarins.São aves que já estão totalmente adaptadas à criação em cativeiro e,têm a vantagem de ser uma espécie que acasala a qualquer altura do ano.

O Bengalim do Japão foi trazido para a Europa em 1870.É natural do Japão,China,Ceilão e da ilha de Java.A cor da espécie selvagem é castanho escuro.

Tenho Bengalins do Japão unicamente por uma razão,para servirem de amas para os ovos dos Diamantes-de-Gold.É uma raça pouco vistosa,embora já existam muitas mutações,com várias tonalidades.

São muito resistentes e a única dificuldade é formar o casal,pois é dificil distinguir o macho da fêmea.A melhor forma para reconhecer o macho da fêmea é deixar 2 ou 3 Bengalins numa gaiola e tomar atenção àqueles que dobram o canto e assumem uma postura territorial.Uma vez formado o casal,irá tirar posturas e posturas praticamente sem fim.Será necessário o criador ter em atenção a altura certa para os separar temporariamente,para evitar que o casal morra de fraqueza,pois são pais bastante extremosos.

Os Diamantes-de-Gouls são das espécies mais lindas que existem.Parecem arco-íris com vida devido às variadas tonalidades existentes nas penas.São originários da Austrália,onde vivem em bandos.Pertencem à familia dos diamantes.Existem 3 variedades que se distinguem pela cor da cabeça:vermelha(poephila mirabilis),preta(poephila gouldiae) e amarela(poephila armitiana).

É uma raça que apesar de dar alguma dificuldade em criar,dá muito prazer quando se consegue tirar crias.Tenho sido perseverente e há já 3 anos que consigo tirar crias de Diamante-de-Gould.Para isso muito me têm ajudado os Bengalins do Japão,pois os Diamantes-de-Gould são maus pais abandonando o ninho com ovos ou crias à mais pequena interferência.

Daí o uso dos Bengalins do Japão para chocarem os ovos e criar as crias dos Diamantes-de-Gould.A altura da criação dá-se em pleno inverno europeu,altura em que na Austrália é verão.São aves pouco resistentes ao frio.O ideal é proporcionar-lhes uma temperatura a rondar os 20ºc.A postura é constituida por 4 a 8 ovos e a incubação dos mesmos dura cerca de 14 dias.As crias demoram cerca de 6 meses a ficarem totalmente pintadas como os pais.

Existem outras espécies já muito divulgadas e que passo a citar aqui:

Pardais de Java-A sua origem é como diz o nome,da ilha de Java,mas também um pouco por toda a Ásia,onde causa bastantes estragos nos arrozais.Dá-se bem em cativeiro.É uma ave robusta e forte que necessita de muito alimento.A postura é constituida por 4 a 8 ovos,com incubação de 14 dias.As crias saem do ninho com 4 semanas.

Diamante Babete-É uma ave originária do norte da Austrália,onde vive em savanas e estepes.Nidifica em colónias,em cavidades de árvores ou entre ramos densos.A criação é de baixa dificuldade,havendo o cuidado de se ter amas para chocar os ovos e criar as crias.A postura é constituida por 4 a 8 ovos,com incubação de 14 dias.O macho distingue-se da fêmea devido ao seu canto aflautado.

Por último deixo um espaço para uma ave que admiro muito:o Bico de Lacre.É uma ave com origem na África central,onde vive em bandos,em locais com muita água.Constrói o ninho em arbustos.Hoje em dia encontra-se perfeitamente aclimatado a Portugal,onde vive e se reproduz em liberdade,sendo comum nas regiões de Torres Vedras,Montijo,Lisboa e Setúbal.O macho distingue-se da fêmea pelo peito muito vermelho e pelas penas por debaixo da cauda que são muito escuras.A postura é de 4 a 6 ovos,com uma incubação de 12 dias.As crias abandonam o ninho por volta dos 20 dias.

Observações:Nesta época de 2008 decidi não acasalar os diamantes-de-gould por razões logisticas.Tenho no momento várias ninhadas de Mandarins de face negra.

Fonte de pesquisa : http://vitorsppp.googlepages.com/ex%C3%B3ticos2

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O que são Aves de Rapina ?


- Designação dada às aves detentoras de certos atributos específicos que as distinguem das demais: as fortes e aguçadas garras, o bico poderoso com uma mandíbula superior afiada e curva e o ceroma mole e carnudo. Para além disto, são dotadas de uma excepcional visão e são excelentes voadoras.

Podem possuir hábito primariamente nocturno (como o Bufo Real), ou diurno (como a maioria dos falcões, gaviões, águias, abutres).

Existem 295 espécies que estão divididas em 5 famílias:

1 - Cathartidae:
São os representantes dos Abutres - desde aves de proporções medianas a algumas das maiores de todas as aves voadoras - apresentam uma cabeça desprovida de penas e grande envergadura de asa, útil ao seu mais comum tipo de voo: o voo planado.

2 - Pandionidae: São aquelas que desenvolveram um preciso sentido de olfacto, pouco vulgar entre as aves - a Águia Pesqueira é o único membro desta família.

3 - Accipitridae: Estão aqui representadas as águias e os falcões, de tamanho muito variável, ocorrendo em variadíssimos tipos de habitats em todo o mundo. Por exemplo, a Águia Real (Aquila chrysaetos).


4 - Sagittariidae:
Aqui está incluída uma única representante, o Serpentário, espécie africana perfeitamente adaptada à vida no solo.

5 - Falconidae:
Estão aqui incluídas 61 espécies espalhadas por todo o mundo. A mandíbula superior apresenta projecções características. Estas aves têm grandes cabeças, narinas e olhos redondos. Por exemplo, o Falcão-de-peito-vermelho (Falco deiroleucus).

Parte II

As aves de rapina (termo "rapina" = raptar, aves que raptam) são as aves pertencentes as ordens falconiformes (Águias, gaviões, falcões) e strigiformes (corujas). No geral, são aves de hábitos predatórios, possuem bico curvo e afiado, garras afiadas e fortes, além de serem dotadas de uma excelente visão. As espécies noturnas (Corujas) além da visão apurada, tem normalmente uma audição otima, graças aos seus discos faciais, essas aves são capazes de localizar um roedor caminhando no solo na mais completa escuridão, se utilizando apenas de sua audição, além disso outra adaptação especial das corujas é seu vôo silencioso graças as penas especializadas que fazem não causar turburlência / rúidos enquanto voam.

As aves de rapina apresentam grandes variedades de tamanho que vão desde a do tamanho de um sabiá (como por exemplo o Accipiter striatus até aquelas de grande porte como a Harpia atingindo quase dois metros de envergadura. Existem em todo o mundo aproximadamente 430 espécies de aves de rapina (corujas, gaviões, falcões, águias, etc.) distribuidas em todo o globo (exceto na antártida).

Em Relação aos Urubús (Cathartiformes) recentemente com as ultimas pesquisas biomoleculares, descobriu-se que são parentes das cegonhas e não dos gaviões, como se acreditava. São um tipo de cegonhas carniceiras, Portanto os urubus não são considerados aves de rapina, porém devido as semelhanças com os gaviões e seu importante papel no meio ambiente, decidimos englobá-los neste site.

Pesquisas via google e imagens

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Pássaro de Fogo




Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer

Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido

Minh'alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo

Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão

Diz pra mim...

Tão longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
Permita sentir
Se entrega pra mim
Cavalga em meu corpo
Oh minha eterna paixão...



Paula Fernandes


Reportagem sobre as aves de rapina da Reserva Biológica das Perobas - PR



Rebio das Perobas, 2009.

Reportagem sobre a Reserva biológica das Perobas. Lá se encontram aves raras como o gavião-pato (Spizaetus melanoleucus) e o urubu-rei (Sarcoramphus papa) Tais registros revelam a grande biodiversidade que a rebio abriga, e sua grande importância para estas espécies, Assistam o video acima. Agradecemos a RPC TV Cultura pela divulgação do trabalho e também ao Instituto Chico Mendes pelo apoio de campo.

domingo, 16 de agosto de 2009

Características Morfológicas das Aves






A primeira ideia que nos ocorre quando falamos de aves é que são animais com asas e o corpo coberto de penas, que possuem a capacidade de voar. Na verdade nenhum outro animal tem asas ou o corpo coberto de penas, nem a capacidade de se deslocar tão rápida e eficazmente no nosso no universo tridimensional. Contudo, nem todas as aves voam. Por exemplo, a avestruz e o pinguim são incapazes de o fazer. A avestruz anda e corre vertiginosamente, utilizando as suas asas como mero auxiliar de equilíbrio. O pinguim é um óptimo nadador que utiliza as suas asas como barbatanas.

Principais Grupos de Penas
De todo o modo, a estrutura e forma das aves está adaptada ao voo. O seu esqueleto e órgãos internos são excepcionalmente leves. Mesmo os pinguins e as avestruzes possuem ainda algumas destas características dos seus antepassados voadores. A sua forma e estrutura difere principalmente na dimensão e nas adaptações à dieta, reprodução e autodefesa das diversas espécies.

As aves pertencem a um vasto grupo de animais designado por Vertebrados (todos aqueles que possuem esqueleto). A este grupo pertencem também os peixes, os répteis e os mamíferos. Tal como os mamíferos, e ao contrário de anfíbios e répteis, as aves são seres de “sangue-quente” ou seja, a temperatura do seu corpo mantém-se constante, mesmo quando a temperatura exterior varia. Para este isolamento térmico muito contribuem as penas, principalmente as plumagens interiores. Em oposição à grande maioria dos vertebrados, as aves não possuem dentes, possuem antes um forte bico, que utilizam entre outras coisas, para se alimentar e defender.

Pesquisa Postada na integra :
http://www.azibo.org/caract.

A Migração das Aves


O fenómeno da migração das aves, é um dos fenómenos mais fascinantes e simultaneamente menos compreendidos da natureza. Há 4.000 anos os egípcios, registaram pela primeira vez, este fenómeno nas suas pinturas murais.
Parece evidente que um dos factores relacionados com a migração das aves, é o da abundância ou escassez de alimento. Em muitas regiões do globo, a sua alimentação escasseia durante certas épocas do ano. A maioria das aves morreria se permanecesse nestes locais. É a situação verificada nas regiões com invernos muito rigorosos. Durante esta época, as aves migram para regiões mais amenas com maior abundância alimentar, retornando na Primavera quando, o clima e os recursos alimentares lhes são de novo favoráveis. Por sua vez, as espécies não migradoras são espécies capazes de sobreviver com os recursos alimentares disponíveis nesta época. Com a descida acentuada das temperaturas no Inverno, os insectos escasseiam; é por esta razão que a maioria das aves insectívoras migram.








A migração é uma deslocação regular entre habitats, e não deve ser confundida com divagações, deslocações ocasionais e movimentos dispersivos.
O movimento migratório envolve toda a população de uma espécie, e não só uns tantos indivíduos. Os lugares de origem e destino são antagónicos do ponto de vista ecológico.
Os factores que, num dado momento, desencadeiam a migração das aves, não são de fácil explicação. Muitas das espécies das aves do hemisfério norte começam a sua migração em direcção ao sul, quando ainda existem recursos alimentares mais do que suficientes para a sua sobrevivência. Estas aves não têm maneira de saber que passado algumas semanas a temperatura vai descer e que o alimento vai escassear.
Evidentemente que os benefícios da migração ultrapassam os seus custos, incrementando o sucesso reprodutivo das espécies, nas zonas temperadas ricas em alimento.
No entanto, a causa responsável por mais mortes durante o trajecto migratório das aves, é a degradação e desaparecimento das zonas transitórias de alimentação e recuperação de energia (stopovers). Estes habitats, onde as aves param em média 1 a 5 dias para recuperar energia e restabelecer as suas reservas de gordura, são essenciais para o sucesso migratório.
A Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, quer pela sua situação geográfica, quer pelas suas características ecológicas, desempenha um importante papel, não só como habitat residencial de algumas espécies, mas também como habitat temporário das espécies em trânsito. A pureza das suas águas, férteis em peixe, assim como a vegetação envolvente proporcionam o habitat temporário ideal para as aves em deslocação migratória na região.
José Paulo Carvalho Pereira

BIBLIOGRAFIA

http://www.azibo.org/migracao.
Pesquisas textos e imagens referidas site acima citado

Liberdade!!!


"O direito, legalizado, de alguém criar pássaros para serem criados em gaiolas, seja para deleite ou preservação, não suplanta o meu de desejar ver todos eles livres."
[AluiZio Derizans]
Pesquisas de texto imagens via google.

Araras Azuis

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